“Conta-se, na Índia, esta lenda sobre a criação do homem e da mulher:
Quando acabou de criar o homem, o Criador reparou que tinha usado todos os elementos concretos. Nada mais havia de sólido, maciço ou duro para criar a mulher.
Depois de pensar muito tempo o Criador tomou a redondeza da lua, a flexibilidade da trepadeira e o farfalhar da grama,a finura da cana e o desabrochar das flores, a leveza das folhas e a serenidade dos raios do sol, as lágrimas das nuvens e a instabilidade do vento, a timidez dum coelho e a vaidade dum pavão, a maciez da penugem dum pássaro e a dureza dum diamante,a doçura do mel e a crueldade dum tigre, o crepitar do fogo e o frio da neve, a tagarelice dum papagaio e o cantar dum rouxinol! A astúcia duma raposa e a fidelidade duma leoa. Misturando todos esses elementos não sólidos, o Criador fez a mulher e a deu ao homem. (Trobisch,1979, p. 5-6)“
Extraido: http://www.revistaancora.com.br/revista_2/01.pdf
“Põe na mochila que trago nas costas
como o casco de uma tartaruga
o peso bem leve da tua beleza
E da tristeza que todo dia
o dia, o verde das árvores dizem pra mim“
Hoje o dia está entre o samba e o funk
Zé da Pinga
Germano Mathias - Ginga no asfalto